Códigos de avaria
Esta página resume os quadros de diagnóstico por código do manual de oficina. Para cada código explica o que o ECM está a vigiar, em que condições regista a avaria, o que costuma estar na origem e por que ordem verificar. Como ler os códigos está em Ler e apagar códigos.
Antes de usar qualquer quadro de código:
- faça a verificação do circuito de diagnóstico;
- se houver vários códigos, comece pelo número mais baixo;
- se o código for intermitente (a avaria já não está presente quando testa), os quadros abaixo não a encontram e podem levar a trocar peças boas. Use os auxílios de cada código e a secção Avarias intermitentes;
- no fim de cada reparação: ponha o motor a trabalhar, apague os códigos e confirme que a luz CHECK ENGINE fica apagada.
Nos testes, “lâmpada de prova” é sempre uma de baixo consumo (menos de 0,25 A) e o multímetro é digital, com pelo menos 10 MΩ de impedância. As letras das fichas (A, B, C…) e os números dos fios são os dos esquemas do manual.
Tabela-resumo
Seção intitulada “Tabela-resumo”| Código | Descrição | Acende CHECK ENGINE? |
|---|---|---|
| 12 | Sem sinal de referência da cambota. Normal com o motor parado: confirma que o autodiagnóstico funciona | Não é avaria (só aparece no modo de diagnóstico) |
| 13 | Sonda de oxigénio sem sinal (circuito aberto) | Sim |
| 14 | Temperatura do líquido de refrigeração: tensão demasiado baixa (indica temperatura alta) | Sim |
| 15 | Temperatura do líquido de refrigeração: tensão demasiado alta (indica temperatura baixa) | Sim |
| 21 | Posição da borboleta: tensão demasiado alta | Sim |
| 22 | Posição da borboleta: tensão demasiado baixa | Sim |
| 23 | Temperatura do ar de admissão: tensão demasiado alta (indica temperatura baixa) | Sim |
| 24 | Sem sinal de velocidade do veículo | Sim |
| 25 | Temperatura do ar de admissão: tensão demasiado baixa (indica temperatura alta) | Sim |
| 33 | Pressão absoluta do coletor (MAP): tensão demasiado alta (pressão alta, pouco vácuo) | Sim |
| 34 | Pressão absoluta do coletor (MAP): tensão demasiado baixa | Sim |
| 35 | Regime de ralenti fora do pretendido | Sim |
| 42 | Avanço eletrónico da ignição (EST): avaria no circuito de comando | Sim |
| 44 | Sonda de oxigénio indica mistura pobre | Sim |
| 45 | Sonda de oxigénio indica mistura rica | Sim |
| 51 | Erro do calibrador (PROM) | Sim |
| 53 | Tensão do sistema demasiado alta | Sim |
| 54 | Potenciómetro de regulação de octano: tensão demasiado alta ou baixa | Sim |
| 55 | Erro interno do ECM | Sim |
Não existem outros códigos neste sistema: a lista do manual (p. 2-35) tem exatamente os 18 códigos de avaria acima, mais o código 12.
Resistência dos sensores de temperatura
Seção intitulada “Resistência dos sensores de temperatura”Os sensores de temperatura do líquido de refrigeração e do ar de admissão são termístores com a mesma curva. Com a ficha desligada, meça entre os dois terminais do sensor:
| Temperatura | Resistência | Temperatura | Resistência |
|---|---|---|---|
| 100 °C | 177 Ω | 15 °C | 4450 Ω |
| 90 °C | 241 Ω | 10 °C | 5670 Ω |
| 80 °C | 332 Ω | 5 °C | 7280 Ω |
| 70 °C | 467 Ω | 0 °C | 9420 Ω |
| 60 °C | 667 Ω | −5 °C | 12 300 Ω |
| 50 °C | 973 Ω | −10 °C | 16 180 Ω |
| 45 °C | 1188 Ω | −15 °C | 21 450 Ω |
| 40 °C | 1459 Ω | −20 °C | 28 680 Ω |
| 35 °C | 1802 Ω | −30 °C | 52 700 Ω |
| 30 °C | 2238 Ω | −40 °C | 100 700 Ω |
| 25 °C | 2796 Ω | ||
| 20 °C | 3520 Ω |
Valores aproximados. Um sensor descalibrado pode dar uma leitura errada sem chegar a gerar código.
Código 12 — Autodiagnóstico operacional
Seção intitulada “Código 12 — Autodiagnóstico operacional”O que significa: o ECM não recebe impulsos de referência da cambota. Com o motor parado, isto é exatamente o esperado, e por isso o código 12 serve de “sinal de vida” do autodiagnóstico.
Quando aparece: sempre que se entra no modo de apresentação do diagnóstico (terminal B da ficha ALDL à massa, ignição ON, motor parado). Aparece três vezes antes dos códigos memorizados, e repete-se no fim de cada ciclo.
O que fazer: nada, se aparecer. Se não aparecer, ou se a luz ficar fixa, o problema está no circuito de diagnóstico, no ECM ou no calibrador: siga o Quadro A-2.
Código 13 — Sonda de oxigénio sem sinal
Seção intitulada “Código 13 — Sonda de oxigénio sem sinal”O que significa: a tensão da sonda de oxigénio não varia. O ECM aplica uma tensão de referência de cerca de 450 mV entre os terminais D7 (sinal, fio 32 rosa) e D6 (massa, fio 33 castanho/branco). Uma sonda quente produz cerca de 1 V com mistura rica e cerca de 10 mV com mistura pobre, oscilando continuamente. Abaixo de cerca de 315 °C a sonda comporta-se como um circuito aberto; a tensão fica parada perto da referência. Uma sonda fria ou um circuito interrompido mantêm o sistema em malha aberta.
A sonda é aquecida eletricamente. O aquecimento recebe tensão através do relé de ignição e do fusível R (fios rosa/preto 25 e 27) e tem massa pelo fio 20 castanho.
Condições de registo (todas em simultâneo):
- motor a trabalhar há mais de 40 segundos;
- líquido de refrigeração acima de 77 °C;
- borboleta aberta mais de 6% (cerca de 0,3 V acima da tensão de borboleta fechada);
- tensão da sonda entre 350 e 550 mV durante 3 segundos.
Causas mais prováveis: sonda avariada ou envenenada; aquecimento da sonda sem alimentação (fusível R fundido) ou sem massa; fio 32 interrompido; fio 33 (massa) interrompido; ficha da sonda com mau contacto ou contaminada.
O que verificar, por esta ordem:
- Motor à temperatura normal (85–95 °C), acima de 1200 rpm durante 2 minutos. Se o TECH 1 mostrar CLOSED LOOP, a avaria é intermitente.
- Ignição OFF, desligue a ficha da sonda. Ligue uma lâmpada de prova entre os terminais B e D da ficha da cablagem (circuito do aquecimento) e ligue a ignição.
- Não acende: ligue a lâmpada entre B e a massa. Se continuar apagada, o problema está na alimentação: fusível R fundido, fio 25 ou 27 interrompido, ou um curto à massa num dos fios rosa/preto 25, 26, 27, 29 ou 82 (o fusível R alimenta também o sensor de velocidade, a purga do canister e o relé do aquecedor do coletor). Se acender, falta a massa: fio 20 castanho interrompido ou má massa no bloco.
- Acende: passe ao ponto 3.
- Meça a resistência do aquecimento da sonda entre os seus terminais B e D. Referências do manual: 3,5 Ω a 20 °C e 13,2 Ω a 595 °C; à temperatura ambiente deve estar entre 3,5 e 4,5 Ω (tipicamente 3,8 Ω). O fluxograma aceita qualquer valor entre 3,5 e 13,2 Ω. Fora disso, substitua a sonda.
- Com a ficha da sonda desligada, ligue o fio 32 (lado da cablagem) à massa e ponha o motor a trabalhar. O aparelho deve mostrar menos de 0,2 V. Se mostrar, a cablagem e o ECM estão bons: o defeito está na ligação da sonda ou na própria sonda.
- Se não mostrar, retire a ponte e, com a ignição ON e o motor parado, meça a tensão no fio 32 na ficha:
- 0,3–0,6 V: a cablagem está boa; ECM avariado.
- Mais de 0,6 V: fio 33 (massa da sonda) interrompido, ligação defeituosa, ou ECM.
- Menos de 0,3 V: fio 32 interrompido, ligação defeituosa no ECM, ou ECM.
Auxílios: se o aquecimento falhar, o sistema pode voltar a malha aberta depois de muito tempo ao ralenti (a sonda arrefece). A sonda recebe o oxigénio de referência através dos próprios fios: fios cortados, fichas sujas ou contaminadas podem impedir essa entrada de ar.
Código 14 — Temperatura do líquido: tensão baixa
Seção intitulada “Código 14 — Temperatura do líquido: tensão baixa”O que significa: o sinal do sensor de temperatura do líquido de refrigeração está tão baixo que corresponde a uma temperatura impossível. O ECM alimenta o sensor com cerca de 5 V a partir do terminal C10 (fio 31 amarelo) e mede a queda de tensão. Frio = resistência alta = tensão alta; quente = tensão baixa. À temperatura normal (85–95 °C) o sinal anda pelos 1,5 a 2,0 V. A massa do sensor é comum com o sensor de posição da borboleta (fios 72 rosa/preto e 74 verde, até ao terminal A11).
Condições de registo: motor a trabalhar há mais de 2 segundos e sinal correspondente a mais de 135 °C.
Causas mais prováveis: fio 31 em curto à massa ou em curto com os fios de massa dos sensores; sensor em curto interno; ECM.
O que verificar:
- Ignição ON, motor parado. Se o aparelho não mostrar 130 °C ou mais, a avaria é intermitente: veja os auxílios.
- Desligue o sensor. O aparelho deve passar a mostrar menos de −30 °C. Se passar, o sensor está em curto: substitua-o.
- Se não passar, a cablagem continua a “ver” massa: procure um curto à massa no fio 31 amarelo entre o sensor e C10, ou um curto entre o fio 31 e os fios de massa 72/74. Se a cablagem estiver boa, o ECM está avariado.
Auxílios: depois do arranque, a temperatura indicada deve subir de forma contínua até cerca de 85–95 °C e estabilizar quando o termóstato abre. Confirme o bom contacto dos terminais do sensor e compare a resistência com a tabela acima.
Código 15 — Temperatura do líquido: tensão alta
Seção intitulada “Código 15 — Temperatura do líquido: tensão alta”O que significa: o sinal do sensor está demasiado alto, como se o motor estivesse a uma temperatura impossível de tão fria. Normalmente é um circuito aberto (o ECM vê os seus próprios 5 V).
Condições de registo: motor a trabalhar há mais de 58 segundos e sinal correspondente a menos de −37 °C.
Causas mais prováveis: ficha do sensor desligada ou com mau contacto; fio 31 interrompido; massa do sensor interrompida (fios 72/74 até A11); sensor aberto; ECM.
O que verificar:
- Motor a trabalhar, aparelho ligado. Se a temperatura indicada não for −30 °C ou menos, a avaria é intermitente.
- Desligue o sensor e una os dois terminais da ficha da cablagem com um fio de ponte. O aparelho deve mostrar 130 °C ou mais. Se mostrar, a cablagem e o ECM estão bons: ligação defeituosa no sensor ou sensor avariado.
- Se não mostrar, retire a ponte e ligue o fio 31 (lado da cablagem) a uma boa massa. Se agora mostrar mais de 130 °C, a falha está na massa do sensor (fio 72 rosa/preto ou 74 verde até A11), numa ligação, ou no ECM. Se continuar a não mostrar, o fio 31 está interrompido entre o sensor e C10, há uma ligação defeituosa, ou o ECM está avariado.
Com a ficha do sensor desligada, o fio 31 deve ter normalmente 5 V em relação à massa.
Auxílios: se houver também um código 21, a causa provável é a massa comum dos sensores de temperatura e da borboleta (fios 74 verde e 72 rosa/preto). Verifique também os terminais do sensor e a tabela de resistências.
Código 21 — Posição da borboleta: tensão alta
Seção intitulada “Código 21 — Posição da borboleta: tensão alta”O que significa: o sensor de posição da borboleta (TPS) envia uma tensão alta numa situação em que a borboleta deveria estar quase fechada. O sensor recebe 5 V de referência (fios 35/75 cinzentos, terminal A do sensor, terminal C14 do ECM), tem massa pelos fios 72/73 rosa/preto (terminal B, até A11) e devolve o sinal pelo fio 36 azul (terminal C, até C13). Normal: 0,25 a 1,25 V com a borboleta fechada e cerca de 5 V totalmente aberta.
Condições de registo (todas durante 2 segundos):
- tensão do sensor acima de 2,56 V;
- pressão no coletor abaixo de 47 kPa (ou seja, há vácuo, o motor não está em carga);
- regime igual ou inferior a 2000 rpm.
Causas mais prováveis: massa do sensor interrompida (circuito 72/73); fio de sinal em curto com uma alimentação; sensor avariado; ECM.
O que verificar:
- Ignição ON, motor parado, borboleta fechada. Se a tensão não passar de 2,5 V, a avaria é intermitente.
- Desligue o sensor. A tensão deve cair abaixo de 0,2 V. Se não cair, o fio 36 azul (C do sensor – C13) está em curto com uma alimentação, ou o ECM está avariado.
- Se cair, ligue uma lâmpada de prova ao positivo da bateria e toque no terminal B da ficha (massa do sensor, fio 73). Se acender, a massa está boa: ligação ou sensor defeituoso. Se não acender, a massa está interrompida (fio 72 ou 73 entre B e A11) ou o ECM está avariado.
Auxílios: a tensão deve subir de forma suave e contínua ao abrir a borboleta. Uma massa comum interrompida também provoca o código 15 em simultâneo.
Código 22 — Posição da borboleta: tensão baixa
Seção intitulada “Código 22 — Posição da borboleta: tensão baixa”O que significa: o sinal do TPS está abaixo do mínimo possível. O circuito é o mesmo do código 21.
Condições de registo: motor a trabalhar e tensão do sensor abaixo de 0,16 V.
Causas mais prováveis: referência de 5 V interrompida ou em curto à massa (fios 35/75); fio de sinal 36 interrompido ou em curto à massa; sensor avariado; ECM.
O sensor tem ajuste automático do zero: qualquer leitura entre cerca de 0,25 e 1,25 V com a borboleta fechada é aceite pelo ECM como posição fechada. Se a leitura estiver fora desta gama com a borboleta fechada, verifique primeiro se o cabo do acelerador prende ou se o mecanismo está danificado.
O que verificar:
- Ignição ON, motor parado, borboleta fechada. Se a tensão não for 0,2 V ou menos, a avaria é intermitente.
- Desligue o sensor e una os terminais A e C da ficha da cablagem (referência de 5 V ao sinal). O aparelho deve mostrar mais de 4,0 V. Se mostrar, a cablagem e o ECM estão bons: ligação do sensor ou sensor avariado.
- Se não mostrar, retire a ponte, ligue a lâmpada de prova ao positivo da bateria e toque no terminal C da ficha (sinal). O aparelho não vai mostrar 12 V, mas deve mostrar mais de 4,0 V:
- Mostra: o fio de sinal está bom; a falha está na referência de 5 V (fios 35/75 entre C14 e A do sensor) interrompida ou em curto à massa, numa ligação, ou no ECM.
- Não mostra: fio 36 interrompido, em curto à massa ou em curto com a massa do sensor (72/73); ligação defeituosa; ou ECM.
Código 23 — Temperatura do ar de admissão: tensão alta
Seção intitulada “Código 23 — Temperatura do ar de admissão: tensão alta”O que significa: o sensor de temperatura do ar (no filtro de ar) indica uma temperatura impossível de tão baixa, normalmente por circuito aberto. O ECM alimenta-o com cerca de 5 V pelo fio 65 branco (terminal B do sensor, C12 do ECM). A massa é o fio 71/69 preto (terminal A do sensor, D2 do ECM), comum com o sensor MAP e o potenciómetro de octano.
Condições de registo: sinal correspondente a menos de −39 °C, com a ignição ON ou o motor a trabalhar há mais de 29 segundos.
Causas mais prováveis: ficha desligada ou com mau contacto; fio 65 interrompido; massa 69/71 interrompida; sensor aberto; ECM.
O que verificar:
- Se o aparelho não mostrar −30 °C ou menos, a avaria é intermitente.
- Desligue o sensor e una os terminais A e B da ficha da cablagem. Deve aparecer mais de 130 °C. Se aparecer: ligação defeituosa ou sensor avariado.
- Se não aparecer, ligue o fio 65 (lado da cablagem) à massa. Se agora aparecer mais de 130 °C: massa do sensor interrompida (fios 69/71), ligação defeituosa, ou ECM. Se continuar sem aparecer: fio 65 interrompido, ligação defeituosa, ou ECM.
Auxílios: com o motor frio, a leitura deve estar próxima da temperatura ambiente e subir à medida que aquece o compartimento do motor. Como a massa é comum, uma interrupção nos fios 69/71 pode gerar os códigos 23, 33 e 54 ao mesmo tempo. Resistências na tabela acima.
Código 24 — Sem sinal de velocidade
Seção intitulada “Código 24 — Sem sinal de velocidade”O que significa: o ECM não recebe impulsos do sensor de velocidade numa situação em que o carro tem de estar a andar. O sensor (na caixa, por baixo do carro) é um interruptor de efeito Hall com três terminais: 1 alimentação (fios 29/25 rosa/preto, a partir do fusível R), 2 sinal (fio 30 verde, ligado a A10 do ECM) e 3 massa (fio 37 castanho). O ECM aplica 12 V ao fio de sinal e o sensor liga-o à massa por impulsos, cerca de 1242 por quilómetro.
Condições de registo (todas durante mais de 3 segundos):
- códigos 21, 22, 33 e 34 não memorizados;
- regime entre 2000 e 4400 rpm;
- pressão no coletor abaixo de 23 kPa e borboleta fechada (desaceleração com o motor a travar);
- velocidade indicada igual ou inferior a 10 km/h.
Ignore um código 24 registado com as rodas motrizes paradas (por exemplo, a acelerar em ponto morto em oficina).
Causas mais prováveis: sensor avariado; ficha do sensor; fusível R; fio 30 interrompido ou em curto; massa do sensor (fio 37).
O que verificar:
- Carro elevado, motor ao ralenti, mudança engrenada. Se o aparelho mostrar velocidade acima de 0 km/h, a avaria é intermitente.
- Ignição ON, motor parado, ficha do sensor desligada. Com a lâmpada de prova ligada à massa, toque no fio 30 (lado da cablagem). A lâmpada não deve acender: o sinal do ECM é limitado e não tem corrente para isso. Se acender, há um curto a uma fonte de tensão no fio 30.
- Com a mesma lâmpada, toque brevemente no fio 30 várias vezes por segundo. O aparelho deve mostrar alguma velocidade.
- Não mostra: meça a tensão no fio 30. Acima de 10 V, o ECM está a fornecer o sinal mas não o lê: substitua o ECM. Abaixo, o fio 30 está interrompido ou em curto à massa, ou o ECM está avariado.
- Mostra: o ECM e o fio 30 estão bons. Com a lâmpada à massa, verifique a alimentação no terminal 1 da ficha (fios 29/25). Se não houver, verifique o fusível R e repare a alimentação. Se houver, ligue a lâmpada a 12 V e verifique a massa no terminal 3 (fio 37). Massa boa: ligação ou sensor avariado. Sem massa: repare o fio 37.
Auxílios: acima de cerca de 3 km/h, a velocidade no aparelho deve acompanhar o velocímetro. Sem sinal de velocidade, o motor pode ir abaixo nas desacelerações com o pé levantado.
Código 25 — Temperatura do ar de admissão: tensão baixa
Seção intitulada “Código 25 — Temperatura do ar de admissão: tensão baixa”O que significa: o sensor de temperatura do ar indica uma temperatura impossível de tão alta, normalmente por curto à massa. Circuito igual ao do código 23.
Condições de registo: motor a trabalhar e temperatura do ar acima de 140 °C durante cerca de 1 segundo.
O que verificar:
- Se o aparelho não mostrar 130 °C ou mais, a avaria é intermitente.
- Desligue o sensor. O aparelho deve passar a mostrar menos de −30 °C. Se passar, o sensor está em curto: substitua-o.
- Se não passar, o fio 65 branco está em curto à massa ou aos fios de massa 69/71, ou o ECM está avariado.
Auxílios: depois de o carro passar a noite parado, as temperaturas do líquido e do ar indicadas devem ser próximas uma da outra.
Código 33 — Sensor MAP: tensão alta
Seção intitulada “Código 33 — Sensor MAP: tensão alta”O que significa: o sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) indica pressão alta (pouco vácuo) numa situação em que o motor devia ter vácuo. O sensor recebe a pressão do coletor por um pequeno tubo ligado ao corpo de injeção e devolve uma tensão: cerca de 1 a 1,5 V ao ralenti e 4 a 4,5 V com a borboleta toda aberta. Pressão baixa = tensão baixa. Ligações: terminal A massa (fios 69/70 preto, até D2), B sinal (fio 43 verde, até C11), C referência de 5 V (fios 66/75 cinzentos, até C14).
Se o sensor falhar, o ECM passa a usar um valor fixo de pressão e controla o combustível pela posição da borboleta.
Condições de registo (todas):
- motor a trabalhar e códigos 21 e 22 não memorizados;
- borboleta abaixo de 1,6%;
- pressão indicada acima de 76 kPa durante mais de cerca de 5 segundos.
Causas mais prováveis: tubo de vácuo do sensor desligado, obstruído ou com fuga; massa do sensor interrompida; fio de sinal em curto com os 5 V ou com uma alimentação; sensor avariado. Falhas de ignição ou um ralenti muito baixo e instável também podem gerar o código 33.
O que verificar:
- Motor ao ralenti. Se o ralenti for irregular ou instável, resolva isso primeiro (Sintomas). Se a tensão do MAP não for 4,0 V ou mais, a avaria é intermitente.
- Ignição OFF pelo menos 15 s, desligue a ficha do sensor, ignição ON. A tensão deve cair para 1 V ou menos. Se não cair, o fio 43 está em curto com uma fonte de tensão ou com a referência de 5 V, ou o ECM está avariado.
- Se cair, ligue a lâmpada de prova ao positivo e toque no terminal A da ficha (massa). Se não acender: massa interrompida (fios 69/70 até D2). Se acender: o problema está no tubo de vácuo (obstruído ou com fuga), na tomada de vácuo, ou no sensor.
Auxílios: com a ignição ON e o motor parado, o MAP lê a pressão atmosférica (é assim que o ECM conhece a altitude). Para avaliar um sensor suspeito, compare-o com o de um carro em bom estado: as leituras devem coincidir com ±0,2 V. Uma massa comum interrompida pode gerar também os códigos 23 e 54. Com o tubo de vácuo desligado ou com fuga, a posição da válvula do ar de ralenti aproxima-se de zero passos e o ralenti pode ficar alto.
Código 34 — Sensor MAP: tensão baixa
Seção intitulada “Código 34 — Sensor MAP: tensão baixa”O que significa: o sensor MAP indica uma pressão demasiado baixa (tensão perto de zero), quase sempre por perda do sinal ou da referência de 5 V. Circuito igual ao do código 33.
Condições de registo (código 21 não memorizado e pressão indicada abaixo de 14 kPa), numa de duas situações:
- regime abaixo de 1200 rpm; ou
- regime acima de 1200 rpm e borboleta aberta mais de 20%.
O que verificar:
- Motor ao ralenti. Se a tensão do MAP não estiver abaixo de 0,25 V, a avaria é intermitente.
- Ignição OFF, desligue o sensor e una os terminais B e C da ficha (sinal à referência de 5 V). Ignição ON. Se o aparelho mostrar mais de 4,7 V, a cablagem e o ECM estão bons: ligação ou sensor avariado.
- Se não mostrar, retire a ponte, ligue a lâmpada de prova ao positivo e toque no terminal B (sinal). O aparelho deve mostrar mais de 4 V (não 12 V; basta que o ECM reconheça uma tensão alta):
- Mostra: a referência de 5 V está interrompida ou em curto à massa (fios 66/75 entre C e C14), ou o ECM está avariado.
- Não mostra: fio 43 interrompido, em curto à massa ou em curto com a massa dos sensores (69/70), ou ECM.
Auxílios: uma interrupção intermitente no sinal ou na referência de 5 V provoca o código 34. Compare o sensor com um carro bom (±0,2 V) e, para o testar com vácuo, use o quadro C-1D do manual (ver componentes da injeção).
Código 35 — Regime de ralenti incorreto
Seção intitulada “Código 35 — Regime de ralenti incorreto”O que significa: o ECM controla o ralenti com uma válvula de ar de ralenti (motor passo a passo) no corpo de injeção. O código 35 é registado quando, com a borboleta fechada, o regime real excede o ralenti pretendido em mais de 150 rpm durante mais de 3 segundos. A válvula tem duas bobinas (A e B), cada uma com um fio “alto” e um “baixo”: 47 azul/branco (A alto), 48 azul/preto (A baixo), 49 verde/branco (B alto), 50 verde/preto (B baixo).
Causas mais prováveis: fuga de vácuo ou de ar (incluindo pela ventilação do cárter); borboleta ou mecanismo a prender; válvula do ar de ralenti suja, presa ou avariada; corpo estranho no alojamento da válvula; mau contacto nas fichas; mistura muito pobre ou muito rica.
O que verificar:
- Motor quente (85–95 °C) ao ralenti, ponto morto, travão de mão puxado, A/C desligado. No aparelho, MISC. TESTS → IDLE SYSTEM → IDLE CONTROL, e comande regimes entre 700 e 1500 rpm. O motor deve acompanhar. Abaixo de 700 rpm pode ir abaixo, e acima de 1500 rpm pode demorar a responder: ambos são normais.
- Se acompanhar: ignição OFF, desligue a ficha da válvula e meça as bobinas: 40–80 Ω entre A e B e entre C e D. Entre B e C e entre A e D deve haver circuito aberto (resistência infinita). Valores errados: substitua a válvula. Valores certos: válvula e circuito bons, siga os auxílios.
- Se não acompanhar: ligue uma lâmpada de teste de dois LED (tipo node light) à ficha da válvula e, com o motor a trabalhar, faça subir e descer o regime com o aparelho. Cada LED deve piscar nas duas cores (a ordem não interessa).
- Pisca: circuito bom. Verifique as ligações da válvula e as passagens de ar; se estiver tudo bem, substitua a válvula.
- Não pisca ou fica apagado: procure maus contactos nos terminais, fios interrompidos, curtos à massa ou à alimentação e ligações do ECM; só então suspeite do ECM.
- Depois de todos os testes, reinicialize a válvula: MISC. TESTS → IDLE SYSTEM → IDLE RESET.
Auxílios (avarias fora do sistema de ralenti): quando a válvula chega ao limite, o aparelho mostra mais de 60 passos se o ralenti estiver baixo, ou 0 passos se estiver alto.
- Fuga de vácuo / ralenti alto: pare o motor, estenda totalmente a válvula (LOW) com o aparelho e ponha o motor a trabalhar. Se passar de 800 rpm, há uma fuga de ar (procure também na ventilação do cárter) ou a borboleta está presa.
- Mistura pobre: o ralenti pode estar alto, baixo ou oscilar, e desligar a válvula não ajuda. Sonda abaixo de 300 mV, pode surgir o código 44. Verifique pressão de combustível baixa, água no combustível, injetor obstruído.
- Mistura rica: ralenti baixo, normalmente mais de 80 passos, possível fumo preto, sonda fixa acima de 800 mV. Verifique pressão de combustível alta, injetor a pingar ou preso. Uma sonda contaminada com silicone responde lentamente.
- Retire a válvula e procure sujidade no alojamento; verifique a ventilação do cárter; se desligar a válvula fizer desaparecer falhas intermitentes, revise as ligações e a resistência das bobinas.
Código 42 — Circuito do avanço eletrónico da ignição
Seção intitulada “Código 42 — Circuito do avanço eletrónico da ignição”O que significa: o ECM controla o avanço através do módulo de ignição por dois fios: a saída de avanço (EST, fio 39 verde/branco, terminal D4) e o comando de modo bypass (fio 40 preto/branco, terminal D5). No arranque, o módulo de ignição trabalha sozinho, com um avanço fixo (bypass). Quando o ECM deteta mais de 500 rpm no sinal de referência da cambota, aplica 5 V no terminal D5 e o módulo passa a obedecer ao sinal EST. O código 42 indica um circuito aberto ou em curto à massa num destes dois fios, detetado no arranque ou com o motor a trabalhar.
Comportamento: com a avaria, o motor continua a trabalhar em bypass, com o avanço do próprio módulo de ignição. Na primeira ocorrência a luz pode não acender; se a avaria persistir no arranque seguinte, o código fica memorizado. O carro anda, mas com falta de potência e mau desempenho.
O que verificar:
- Apague os códigos e deixe o motor ao ralenti 1 minuto. Se o código 42 não voltar, a avaria é intermitente.
- Ignição OFF, desligue as fichas do ECM, ignição ON. Com o ohmímetro entre a massa e o fio 39 (lado da cablagem do ECM), a resistência deve ser inferior a 500 Ω (é a ligação normal à massa através do módulo de ignição). Se for maior: fio 39 interrompido, ligação defeituosa ou módulo de ignição avariado.
- Ligue a lâmpada de prova ao positivo e toque no fio 40.
- Se acender: desligue a ficha de 6 vias do módulo de ignição. Se continuar acesa, o fio 40 está em curto à massa; se apagar, substitua o módulo de ignição.
- Se não acender: mantenha o ohmímetro no fio 39 e volte a tocar no fio 40 com a lâmpada. O módulo deve comutar e a resistência passar de centenas para milhares de ohms (o ohmímetro pode mudar de escala). Se comutar, volte a ligar o ECM e deixe ao ralenti 1 minuto: se o código voltar, substitua o ECM; se não, é intermitente. Se não comutar, desligue a ficha de 6 vias do módulo: se a resistência no fio 39 passar a muito alta, o fio 40 está interrompido, há uma ligação defeituosa ou o módulo de ignição está avariado; se não passar, o fio 39 está em curto à massa.
Código 44 — Mistura pobre
Seção intitulada “Código 44 — Mistura pobre”O que significa: em malha fechada, a sonda de oxigénio mantém-se do lado pobre por muito tempo: o ECM já não consegue enriquecer o suficiente.
Condições de registo: malha fechada e tensão da sonda (fio 32) abaixo de 300 mV durante 50 segundos.
O que verificar:
- Motor quente (85–95 °C) a 1200 rpm durante 2 minutos. Se a tensão da sonda não ficar fixa abaixo de 0,35 V, a avaria é intermitente.
- Desligue a sonda e deixe o motor ao ralenti. O aparelho deve mostrar 0,35–0,55 V (a tensão de referência do ECM). Se mostrar menos, o fio 32 está em curto à massa ou o ECM está avariado.
- Se mostrar, a cablagem está boa e a mistura está realmente pobre (ou a sonda mente). Siga os auxílios.
Auxílios, por ordem:
- No aparelho, veja a correção memorizada em vários regimes e cargas, e as células: perto de +50% confirma que o ECM está a compensar uma mistura pobre e mostra em que condições.
- Contacto intermitente na ficha da sonda; massa da sonda.
- Água no combustível: basta um pouco junto à entrada da bomba no depósito para chegar ao injetor.
- Pressão de combustível baixa: pode ser preciso medi-la em andamento, a várias velocidades e cargas (Quadro A-7).
- Fugas no escape antes da sonda (entra ar exterior), fugas de vácuo, fugas pelo cárter.
- Sensor MAP descalibrado (dá mistura pobre sem gerar os códigos 33/34).
- Se tudo estiver bem, a sonda está avariada.
Código 45 — Mistura rica
Seção intitulada “Código 45 — Mistura rica”O que significa: em malha fechada, a sonda mantém-se do lado rico por muito tempo.
Condições de registo: malha fechada e tensão da sonda acima de 600 mV durante 90 segundos.
O que verificar:
- Motor quente (85–95 °C) a 1200 rpm durante 2 minutos. Se a tensão não ficar fixa acima de 0,75 V, a avaria é intermitente.
- Desligue a sonda e ligue o fio 32 (lado da cablagem) à massa. O aparelho deve mostrar menos de 0,35 V. Se não mostrar, substitua o ECM.
- Se mostrar, a cablagem e o ECM estão bons e a mistura está realmente rica. Siga os auxílios.
Auxílios, por ordem:
- Correção memorizada perto de −38% confirma que o ECM está a empobrecer ao máximo.
- Sensor de temperatura do líquido descalibrado (rica sem código 15): compare com a tabela de resistências.
- Sinal intermitente do sensor da borboleta (simula acelerações).
- Pressão de combustível alta: tubo de retorno estrangulado ou tubo de vácuo do regulador obstruído (Quadro A-7).
- Injetor a pingar: veja também se o óleo do motor está contaminado com gasolina.
- Canister saturado de combustível: verifique o comando da purga e os tubos.
- Sensor MAP descalibrado (rica sem códigos 33/34).
Código 51 — Erro do calibrador
Seção intitulada “Código 51 — Erro do calibrador”O que significa: o ECM não consegue ler corretamente o calibrador (PROM), o circuito integrado que contém os dados específicos do motor e do carro.
O que verificar:
- Confirme que o calibrador está bem encaixado no ECM. Se não estiver, encaixe-o, apague os códigos e veja se o 51 volta.
- Se estava bem encaixado, substitua o calibrador, apague os códigos e veja se o 51 volta.
- Se voltar, substitua o ECM.
Código 53 — Tensão do sistema demasiado alta
Seção intitulada “Código 53 — Tensão do sistema demasiado alta”O que significa: a tensão que o ECM lê no terminal A6 (sinal da ignição) passou de 16,9 V durante 1 segundo com o motor a trabalhar. A tensão normal é de 12 a 15 V. Para proteger a eletrónica, enquanto a avaria persistir o ECM desliga todas as saídas exceto o injetor e o relé da bomba, por isso podem aparecer outros códigos ao mesmo tempo.
O que verificar:
- Motor ao ralenti, todos os consumidores elétricos desligados, observe a tensão do sistema no aparelho.
- Acima de 16,9 V: meça diretamente nos bornes da bateria. Se também estiver acima de 16,9 V, o alternador (regulador) está avariado: repare-o. Se estiver abaixo, o ECM está a ler mal: substitua-o.
- Abaixo de 16,9 V: suba o regime para 2000 rpm. Se passar de 16,9 V, o alternador está avariado. Se não, a avaria não está presente: trate-a como intermitente.
Código 54 — Regulação de octano
Seção intitulada “Código 54 — Regulação de octano”O que significa: o potenciómetro de regulação de octano permite atrasar a ignição para usar gasolina de octanagem mais baixa. Dá uma tensão de cerca de 1 V a cerca de 4,7 V, conforme a posição do parafuso de regulação. O sinal entra no terminal B12 pelo fio 59 verde (terminal 1 do potenciómetro); a massa é o fio preto (61/69) até D2 (terminal 3), comum com o sensor MAP e o sensor de temperatura do ar. O aparelho só lê esta tensão corretamente com o motor a trabalhar.
Condições de registo: tensão abaixo de 0,5 V ou acima de 4,9 V durante cerca de 2 segundos.
O que verificar:
- Motor ao ralenti. Se a tensão estiver entre 1 V e 4,7 V, a avaria é intermitente.
- Abaixo de 1 V: desligue a ficha do potenciómetro. A tensão deve subir acima de 4,7 V (o ECM tem cerca de 5 V internamente nesta entrada). Se subir, o potenciómetro está avariado. Se não, o fio 59 está em curto à massa ou o ECM está avariado.
- Acima de 4,7 V: desligue a ficha e una os terminais 1 e 3 da cablagem (sinal à massa). Com o motor ao ralenti, a tensão deve cair abaixo de 1 V.
- Cai: cablagem boa. Verifique se o fio 59 está em curto com outra fonte de tensão; se não estiver, substitua o potenciómetro e regule-o.
- Não cai: retire a ponte e ligue diretamente o terminal 1 (fio 59) à massa. Se agora cair, a massa do potenciómetro está interrompida entre D2 e o terminal 3. Se não cair, ligue uma lâmpada de prova à massa e toque em B12 pelas costas da ficha do ECM: se cair, o fio 59 está interrompido entre B12 e o terminal 1; se não, ligação defeituosa ou ECM.
Auxílios: uma interrupção ou curto na massa comum pode gerar os códigos 54, 23 e 33 em conjunto. Para regular o potenciómetro depois de o trocar, use a função OCTANE ADJUST do aparelho e o quadro C-15 do manual.
Código 55 — Erro do ECM
Seção intitulada “Código 55 — Erro do ECM”O que significa: o ECM detetou uma avaria interna.
O que fazer: o manual manda simplesmente substituir o ECM. Antes de o fazer, vale a pena confirmar as alimentações (B1, C16, A6) e as massas (A12, D1), apagar o código e ver se volta (Quadro A-1 e Quadro A-4).
- Manual de Oficina — Injeção Monoponto Niva (VAZ, 1995), p. 2-30 e 2-35 (pág. 79 e 84 do PDF): definição dos quadros e lista de códigos.
- Idem, p. 2-58 a 2-94 (pág. 107–143 do PDF): quadros dos códigos 13 a 55, incluindo as tabelas temperatura/resistência das pp. 2-61, 2-63 e 2-69 (pág. 110, 112 e 118 do PDF).
- Idem, p. 2-23 e 2-117 (pág. 72 e 166 do PDF): terminais C3–C6 e nota D05.
- Idem, p. 2-11 a 2-12 (pág. 60–61 do PDF): parâmetros de velocidade e ralenti.
- Idem, p. 1-32 (pág. 37 do PDF): limites da correção memorizada (+50% / −38%).
- Idem, secção 3 (pág. 214–216 do PDF): nota D12 sobre a troca do ECM e do calibrador.
Projeto sem fins lucrativos, feito por proprietários de Niva. Desenvolvido por SmartWave.