Quadros A — verificações base
Os quadros A são o ponto de partida de qualquer diagnóstico. Confirmam que o ECM está alimentado, que comunica, que a bomba e o injetor recebem ordens e que há pressão de combustível. Só depois de passar o Quadro A faz sentido ir para os códigos ou para os sintomas.
Os procedimentos abaixo resumem os fluxogramas do manual. As letras dos terminais do ECM (A1…D16) são as das fichas A-B (24 pinos) e C-D (32 pinos); os números de fios e as cores são os dos esquemas do manual.
Material: lâmpada de prova de baixo consumo (menos de 0,25 A; o manual usa a J 34142-B), multímetro digital de 10 MΩ (J 39689), fios de ponte e adaptadores de teste para não abrir terminais (J 35616), uma ponte com fusível, um testador de faísca (J 26792 / ST-125), uma lâmpada de teste de injetor (J 34730-2A, do tipo noid light) e um manómetro de combustível com adaptador em T (J 38970-V). Ferramentas equivalentes servem, desde que tenham as mesmas características.
Ao testar pelas costas das fichas do ECM (“pelo lado dos fios”), não force as pontas para dentro dos terminais nem fure o isolamento.
Quadro A — Verificação do circuito de diagnóstico
Seção intitulada “Quadro A — Verificação do circuito de diagnóstico”Faça-a sempre primeiro: antes de procurar a causa de uma queixa, antes de ler códigos com intenção de reparar, e depois de qualquer reparação.
- Ignição ON, motor parado. Observe a luz CHECK ENGINE:
- Apagada: siga o Quadro A-1.
- A piscar o código 12 sem ponte na ficha: o circuito do terminal de teste (fio 57 preto/branco, até A9 do ECM) está ligado à massa. Procure o curto.
- Acesa fixa: é o normal; continue.
- Ligue em ponte os terminais A e B da ficha ALDL. A luz deve piscar o código 12 pelo menos três vezes e depois os códigos memorizados. Se não piscar, siga o Quadro A-2.
- Retire a ponte e ligue o aparelho de diagnóstico (F0: DATA LIST). Se não houver dados, siga o Quadro A-2. Um calibrador avariado pode deixar o ECM piscar o código 12 sem ativar a transmissão de dados.
- O motor pega e trabalha? Se não, siga o Quadro A-3.
- Há códigos memorizados (F2: TROUBLE CODE, ou contagem dos piscas)? Se houver, siga o quadro do código de número mais baixo.
- Sem códigos: com a ignição ON e o motor parado, percorra todos os parâmetros à procura de valores anormais e compare-os com os valores típicos. Veja em especial a leitura barométrica do sensor MAP (em V e kPa), que deve corresponder à altitude do local, e se a temperatura do líquido é plausível.
- Se os valores estiverem normais, passe aos quadros de sintomas. Se algum estiver fora, teste o componente correspondente (quadros C do manual; ver componentes da injeção).
Sem aparelho de diagnóstico, os passos 1, 2 e 5 fazem-se com a ponte A–B e a contagem dos piscas. Os passos 3 e 6 podem ser parcialmente substituídos por medições de tensão nos terminais do ECM (valores típicos).
Auxílio: se o fio 62 amarelo (A8 do ECM ao terminal M da ficha ALDL) estiver em curto com +12 V, não há transmissão de dados.
Quadro A-1 — Luz CHECK ENGINE não acende
Seção intitulada “Quadro A-1 — Luz CHECK ENGINE não acende”Como funciona o circuito: a lâmpada recebe tensão de ignição pelo fusível “VAZ” do painel. O ECM acende-a ligando à massa o fio 38 preto/branco, no terminal A5. Com a ignição ON e o motor parado, a luz tem de estar acesa.
- Verifique os fusíveis. Se algum estiver fundido, repare o curto à massa no respetivo circuito antes de continuar.
- Ignição ON, motor parado. Com uma lâmpada de prova ligada à massa, toque no terminal A5 pelo lado dos fios da ficha do ECM. Isto faz o mesmo que o ECM: liga a luz à massa.
- CHECK ENGINE não acende: verifique a lâmpada do painel e as suas ligações, o fio até A5 (interrompido?) e a ficha de 8 terminais entre a cablagem do painel e a do motor. Se a lâmpada de prova acender nesse teste mas a luz do painel não, procure um curto a 12 V no fio 38 entre o ECM e a luz (e só depois de excluir fios interrompidos, maus contactos e lâmpada fundida).
- CHECK ENGINE acende: o circuito da luz está bom; passe à alimentação do ECM.
- Com a lâmpada de prova ligada à massa, toque nos terminais B1, C16 e A6 (pelo lado dos fios). Tem de acender nos três. Se não acender em algum, siga o Quadro A-4.
- Com a lâmpada de prova ligada ao positivo (+12 V), toque nos terminais D1 e A12 (massas do ECM). Tem de acender nos dois. Se não acender, repare o fio de massa interrompido.
- Se tudo isto estiver bem: ligações defeituosas nas fichas do ECM ou ECM avariado.
Auxílio: se o fio rosa/preto do sinal de ignição (entre A6 e o fusível Y) estiver em curto com uma alimentação, o motor pode não parar ao desligar a chave e/ou as luzes do painel podem ficar acesas.
Quadro A-2 — Sem dados ou sem código 12 (luz fixa)
Seção intitulada “Quadro A-2 — Sem dados ou sem código 12 (luz fixa)”Como funciona: quando o terminal de teste (A9 do ECM, ligado ao terminal B da ficha ALDL) vai à massa, o ECM pisca o código 12 e os códigos memorizados. A seleção F1: FIELD SERVICE no aparelho faz o mesmo. Uma luz sempre acesa que não pisca indica normalmente um curto à massa no fio de comando da luz (38) ou uma interrupção no circuito do terminal de teste.
- Ignição ON, motor parado, terminal B sem ligação à massa e aparelho desligado. A luz está acesa? Se não, siga o Quadro A-1.
- Ligue a ponte A–B (ou o aparelho em F1: FIELD SERVICE). A luz pisca o código 12 pelo menos três vezes?
- Sim, mas não há dados no aparelho: procure uma interrupção ou curto à massa no fio 62 amarelo, entre A8 do ECM e o terminal M da ficha ALDL. Experimente também o aparelho noutro carro. Se o aparelho e a cablagem estiverem bons, o ECM ou o calibrador está avariado.
- Não: continue.
- Ignição OFF, desligue as duas fichas do ECM, ignição ON. Se a luz continuar acesa, o fio 38 preto/branco (entre a luz e A5) está em curto à massa: repare-o.
- Se a luz se apagou: ignição OFF, volte a ligar as fichas do ECM, ignição ON (motor parado). Com uma lâmpada de prova ligada à massa, toque em A9 pelo lado dos fios e mantenha-a lá.
- Agora pisca o código 12: há uma interrupção no fio 57 preto/branco (entre B da ficha ALDL e A9) ou no fio de massa 51 castanho (até ao terminal A da ficha ALDL).
- Continua sem piscar: verifique se o calibrador está bem instalado no ECM. Se estiver, substitua o ECM e repita o Quadro A. Se, mesmo com o ECM novo, o código 12 não aparecer, substitua também o calibrador.
Auxílios: se a luz acender fraca e o motor não pegar, confirme que as massas D1 e A12 estão limpas e bem apertadas.
Quadro A-3 — O motor roda mas não pega
Seção intitulada “Quadro A-3 — O motor roda mas não pega”Antes de começar, confirme o estado da bateria, a velocidade de rotação no arranque e que há gasolina suficiente e de boa qualidade no depósito. Faça o Quadro A até ao passo 4, para garantir que o ECM tem alimentação e massas, que o autodiagnóstico funciona e que o aparelho comunica.
Parte 1 — sensores, bomba, faísca e injetor
Seção intitulada “Parte 1 — sensores, bomba, faísca e injetor”- Ignição ON, motor parado: a luz CHECK ENGINE tem de estar acesa (senão, volte ao Quadro A). Com o aparelho em F0, verifique três sinais que, errados, impedem o arranque:
- Temperatura do líquido: se indicar menos de −20 °C com o motor a outra temperatura, verifique o sensor e a cablagem (resistências no código 15).
- Posição da borboleta: mais de 2,5 V com a borboleta fechada → quadro C-1H do manual.
- Sensor MAP: fora de 3 a 5 V (motor parado) → quadro C-1D do manual.
- Ignição OFF durante 15 segundos, depois ON. Escute a bomba (na traseira do carro; pode pedir ajuda a outra pessoa). Deve trabalhar 2 segundos e parar. Se não, siga o Quadro A-5.
- Com um testador de faísca, verifique se há faísca nos cabos das velas n.º 1 e n.º 2 durante o arranque. Os dois cabos estão em bobinas diferentes, por isso o teste verifica as duas. Algumas faíscas e depois nada conta como “sem faísca”. Sem faísca → problema na ignição (quadro C-4 do manual).
- Com faísca, desligue a ficha do injetor e acione o motor de arranque. O injetor não pode pulverizar. Se pulverizar, o injetor está defeituoso e/ou o O-ring tem fuga.
- Ligue a lâmpada de teste de injetor à ficha da cablagem do injetor. Ignição OFF pelo menos 15 s, depois ON (sem arrancar): a lâmpada não deve acender. Se acender cerca de 2 segundos e apagar, o fio de comando do injetor (até D16 do ECM) está em curto à massa: o injetor pulveriza sem parar e afoga o motor. Repare.
Parte 2 — impulsos do injetor, pressão e sinal de referência
Seção intitulada “Parte 2 — impulsos do injetor, pressão e sinal de referência”- Observe a lâmpada de teste do injetor durante o arranque. Deve piscar (são os impulsos de comando do ECM).
- Se piscar: retire a lâmpada, volte a ligar o injetor e observe-o durante o arranque.
- Pulveriza: a injeção está a funcionar. Verifique: velas sujas; escape obstruído (Quadro B-1); gasolina inadequada ou com água ou impurezas; cabos das velas trocados; pressão de combustível; corrente de distribuição que saltou dentes ou está danificada; compressão.
- Não pulveriza: monte o manómetro (ver Quadro A-7) e ligue a ignição. Com 190–210 kPa (1,9–2,1 bar), o injetor está avariado; verifique também se há curto à massa nos terminais D9/D10 do ECM. Com outra pressão, siga o Quadro A-7.
- Se não piscar: com o aparelho em F0, observe ENGINE SPEED durante o arranque. Tem de indicar mais de 80 rpm. Se indicar menos, a causa é um arranque lento (bateria, motor de arranque, ligações): resolva isso primeiro.
- Regime acima de 80 rpm: o ECM está a receber o sinal de referência; o problema está no circuito do injetor. Desligue o aparelho e, com uma ponte com fusível, ligue o positivo da bateria ao terminal G da ficha ALDL (alimenta o circuito da bomba e do injetor). Ignição ON, ficha do injetor desligada. Com a lâmpada de prova à massa, teste os dois terminais da ficha do injetor:
- Acende num só (o do fio rosa/preto): normal. Retire a ponte e passe à parte 3.
- Não acende em nenhum: fio rosa/preto de alimentação do injetor interrompido.
- Acende nos dois: o fio azul de comando do injetor está em curto com uma alimentação.
- Regime 0 (ou sem leitura) no arranque: o ECM não recebe o sinal de referência da cambota. Desligue a ficha de 6 pinos do módulo de ignição, ligue a ignição, ligue a pinça da lâmpada de prova ao positivo da bateria e toque repetida e rapidamente com a ponta no terminal E da ficha da cablagem (fio 42 violeta/branco). O aparelho deve indicar algum regime.
- Indica: o ECM e o fio estão bons; ligação defeituosa ou módulo de ignição avariado.
- Não indica: fio violeta/branco entre o terminal E da ficha do módulo e B5 do ECM interrompido ou em curto (à massa ou a uma alimentação), ou ECM. Elimine primeiro as hipóteses de cablagem.
Parte 3 — teste da bobina do injetor e circuito de comando
Seção intitulada “Parte 3 — teste da bobina do injetor e circuito de comando”O teste da bobina só é válido com o injetor entre 10 °C e 35 °C. Confirme a temperatura do líquido no aparelho; se estiver fora, espere que o motor aqueça ou arrefeça.
- Ignição OFF. Ligue o testador de injetores (J 39021) à bateria e coloque-o em Injector coil test, 4 A. Ligue o voltímetro digital à saída do testador (escala de tensão contínua). Desligue a ficha do injetor e ligue o testador ao injetor com o adaptador próprio.
- O indicador de bateria fraca do testador tem de estar apagado; se acender, carregue a bateria primeiro.
- Prima o botão de teste uma vez: o testador alimenta a bobina durante 5 s. Ignore o primeiro segundo. A tensão tem de se manter entre 5,4 e 8,5 V. Fora disto, o injetor está avariado. Não repita o teste mais de uma vez por minuto.
- Se o injetor estiver bom: retire o testador, volte a ligar o injetor e desligue as fichas do ECM. Com a ponte com fusível do positivo ao terminal G da ficha ALDL, toque com a lâmpada de prova (à massa) em D16 pelas costas da ficha do ECM. Se não acender, o fio azul entre o injetor e D16 está interrompido.
- Retire a ponte. Meça a resistência entre D9 e D10 na ficha do ECM: são ligados por uma ponte de fio na cablagem que fecha o circuito do limitador de corrente do injetor. Tem de ser inferior a 1 Ω. Se for maior, repare a ponte. Se estiver boa, as ligações do ECM ou o ECM estão defeituosos.
Quadro A-4 — Relé de ignição e circuitos de alimentação
Seção intitulada “Quadro A-4 — Relé de ignição e circuitos de alimentação”Como funciona: o ECM tem alimentação permanente da bateria nos terminais B1 e C16, através de um elo fusível (serve também para manter a memória). Ao ligar a ignição, o relé de ignição (ficha azul) fecha e alimenta, pelo fusível Y, o terminal A6: é este sinal que diz ao ECM que a ignição está ligada. O ECM funciona enquanto houver tensão em A6.
Os três relés da injeção estão identificados pela cor da ficha: vermelho = bomba de combustível, preto = aquecedor do coletor, azul = ignição.
- Verifique o fusível Y. Se estiver fundido, repare o curto no seu circuito.
- Com a lâmpada de prova ligada à massa, toque em B1 e C16 pelas costas da ficha do ECM. Tem de acender nos dois. Se não, procure a interrupção ou o curto à massa no circuito que falhou (incluindo as ligações no ECM e o elo fusível).
- Ignição ON. Toque em A6 da mesma forma. Se acender, não há avaria neste circuito.
- Se não acender: retire o relé de ignição da ficha azul, ignição ON, e teste com a lâmpada à massa os terminais 6 (fio cinzento/vermelho, vem do comutador de ignição) e 4 (fio vermelho) da ficha. Têm de ter tensão de bateria. Se faltar num deles, repare esse fio.
- Ligue a lâmpada de prova entre os terminais 2 e 6 da ficha do relé. Se não acender, o fio 17 castanho (massa da bobina do relé, terminal 2) está interrompido.
- Se acender, a bobina do relé tem alimentação e massa. Com adaptadores, una os terminais 4 (vermelho) e 8 (rosa) da ficha com uma ponte com fusível (substitui os contactos do relé). No aparelho, a tensão do sistema deve ficar próxima da tensão da bateria. Se ficar, o relé ou a sua ligação estão defeituosos.
- Se não ficar, verifique o fusível Y:
- Fundido: fusível defeituoso ou curto à massa num dos fios rosa/preto 14, 15, 16 ou 86, que saem do fusível Y (o 16 vai ao terminal A6 do ECM).
- Bom: mantendo a ponte, retire o fusível Y e teste com a lâmpada à massa o terminal do fio rosa no seu alojamento. Se acender, a falha está depois do fusível (fios 14/15/16/86 interrompidos ou mau contacto) ou no ECM. Se não acender, o fio rosa entre o terminal 8 do relé e o fusível Y está interrompido ou mal ligado.
Quadro A-5 — Circuito elétrico da bomba de combustível
Seção intitulada “Quadro A-5 — Circuito elétrico da bomba de combustível”Como funciona: ao ligar a ignição, o ECM alimenta a bobina do relé da bomba (ficha vermelha) com +12 V pelo terminal A1 (fio 63 verde/branco). A bomba, no depósito, trabalha durante o arranque e com o motor a trabalhar enquanto o ECM receber impulsos de referência da ignição. Sem impulsos, o ECM desliga a bomba 2 segundos depois de ligar a ignição.
Para ativar a bomba nos testes: ignição OFF pelo menos 15 s, depois ON. A bomba trabalha 2 s e para.
- Ative a bomba e escute-a na traseira do carro. Se trabalhar os 2 s, o circuito elétrico está bom: meça a pressão no Quadro A-7.
- Se não trabalhar: retire o relé, ignição ON, e teste o terminal 8 da ficha do relé com a lâmpada à massa. Sem tensão: fio 46 rosa/preto interrompido entre o terminal 8 e o fusível Z, ou má ligação. Se o fusível Z estiver fundido, procure o curto à massa no circuito da bomba antes de o substituir.
- Ligue a lâmpada entre os terminais 6 e 8 da ficha. Se não acender, a massa está interrompida: fio 18 castanho e ligação à massa no bloco do motor (terminal 6 do relé).
- Ligue a lâmpada entre o terminal 2 e a massa e ative o sistema. Deve acender 2 segundos (é o comando do ECM). Se não acender: fio 63 verde/branco (terminal 2 a A1 do ECM) interrompido, em curto à massa ou mal ligado; se estiver bom, o ECM está avariado.
- Volte a colocar o relé. Ignição ON. Pelo lado dos fios, ligue a lâmpada entre o terminal 4 (saída do relé para a bomba) e a massa, e ative o sistema: deve acender 2 s. Se não acender, o relé ou a sua ligação estão defeituosos.
- Ligue a lâmpada entre o terminal G da ficha ALDL (terminal de teste da bomba) e a massa, e ative o sistema: deve acender 2 s.
- Não acende: ligação defeituosa, fio 10 verde ou fio 78 rosa/preto interrompido.
- Acende: chega tensão até ao circuito da bomba; o problema está no fio 1 cinzento até à bomba, na massa da bomba ou na própria bomba.
Quadro A-7 — Diagnóstico do sistema de combustível
Seção intitulada “Quadro A-7 — Diagnóstico do sistema de combustível”Como funciona: a bomba elétrica no depósito envia gasolina, pelo filtro, até ao corpo de injeção. Aí, o regulador mantém a pressão entre 190 kPa (1,9 bar; 27,6 psi) e 210 kPa (2,1 bar; 30,5 psi) e devolve o excesso ao depósito pela tubagem de retorno.
O terminal de teste da bomba é o G da ficha ALDL, por cima do ECM, atrás do revestimento lateral inferior do lado do condutor. Com o motor parado e a ignição OFF, aplicar-lhe tensão da bateria (sempre por uma ponte com fusível) põe a bomba a trabalhar enquanto a ligação se mantiver.
Uma pressão incorreta pode provocar: motor que roda mas não pega; motor que vai abaixo (parece uma falha de ignição); consumo elevado e perda de potência; hesitação.
Aliviar a pressão e montar o manómetro
Seção intitulada “Aliviar a pressão e montar o manómetro”- Confirme que há gasolina suficiente e de boa qualidade.
- Ignição OFF. Tire o tampão do depósito para aliviar a pressão do depósito.
- Desligue a ficha de 4 terminais da bomba. O acesso faz-se por uma tampa no piso, por cima do depósito.
- Ponha o motor a trabalhar ao ralenti até ir abaixo por falta de gasolina e acione depois o motor de arranque durante 3 segundos para gastar o resto da pressão.
- Desligue a tubagem de alimentação à saída do filtro e monte o adaptador em T entre o filtro e a tubagem. Monte o manómetro no adaptador.
- Volte a ligar a ficha da bomba antes de prosseguir (é necessário para os testes seguintes).
Pressão estática
Seção intitulada “Pressão estática”- Ignição OFF pelo menos 15 s. Observe o manómetro ao ligar a ignição: durante os 2 s em que o relé está ligado, a pressão deve estar entre 190 e 210 kPa. Se não estiver, passe ao ponto 10.
- Quando a bomba para, a pressão pode descer um pouco e depois deve estabilizar. Com o motor quente é normal uma subida lenta e gradual. Se estabilizar, não há avaria.
- Se continuar a descer, procure por onde foge a pressão, estrangulando tubos de borracha (nunca o retorno junto ao regulador; aqui estrangula-se a alimentação em dois pontos):
- Reative a bomba e, logo que pare, estrangule totalmente o tubo de borracha entre o adaptador e o corpo de injeção. Se a pressão deixar de descer, a fuga está para o lado do corpo de injeção: procure fugas ou ligações soltas entre o adaptador e o corpo, e entre o corpo e o depósito; se não houver, substitua o regulador de pressão.
- Se continuar a descer, repita estrangulando entre o adaptador e o depósito. Se agora estabilizar, procure fugas entre o depósito e o adaptador (tubagem de alimentação e filtro); se não houver, substitua a bomba. Se continuar a descer, repita o primeiro ponto e confirme que não há fugas nem ligações soltas no adaptador.
Pressão fora dos limites
Seção intitulada “Pressão fora dos limites”- Desligue o aparelho de diagnóstico. Com uma ponte com fusível, aplique tensão da bateria ao terminal G e observe o manómetro. Mantenha a ponte só o tempo necessário para ler a pressão.
- Abaixo de 190 kPa: escute a bomba.
- Não trabalha: ficha da bomba desligada ou circuito interrompido entre a ficha da bomba e o relé. Se estiver bom, substitua a bomba.
- Trabalha: estrangule gradualmente o tubo de borracha entre o adaptador e o corpo de injeção. Isto mostra se a bomba consegue fazer pressão: deve ultrapassar 190 kPa. Se a pressão subir acima de 210 kPa, a bomba está boa e o regulador não está a segurar: substitua o regulador. Se continuar abaixo de 190 kPa, verifique fugas ou ligações soltas, filtro em linha obstruído e filtro (rede) da bomba obstruído; se tudo estiver bom, substitua a bomba.
- Acima de 210 kPa: retire a ponte e alivie a pressão. Desligue o retorno na união entre o tubo de borracha e o tubo de aço e ponha a ponta do tubo que vem do corpo de injeção num recipiente aprovado para gasolina. Ative o sistema ligando a ignição (como no ponto 7) e observe o manómetro.
- Entre 190 e 210 kPa: o regulador está bom; há uma restrição na tubagem de retorno, entre essa união e o depósito. Localize-a e elimine-a.
- Continua acima de 210 kPa: procure uma restrição no retorno entre o corpo de injeção e o ponto onde desligou. Se não houver, substitua o regulador de pressão.
Com uma pressão abaixo de 190 kPa ao ralenti o carro normalmente não consegue circular. Se a pressão só cai em andamento, o motor começa a falhar e acaba por ir abaixo à medida que a pressão desce.
- Manual de Oficina — Injeção Monoponto Niva (VAZ, 1995), p. 2-36 a 2-37 (pág. 85–86 do PDF): Quadro A.
- Idem, p. 2-38 a 2-41 (pág. 87–90 do PDF): Quadros A-1 e A-2.
- Idem, p. 2-42 a 2-47 (pág. 91–96 do PDF): Quadro A-3, páginas 1 a 3.
- Idem, p. 2-48 a 2-51 (pág. 97–100 do PDF): Quadro A-4.
- Idem, p. 2-52 a 2-53 (pág. 101–102 do PDF): Quadro A-5.
- Idem, p. 2-54 a 2-57 (pág. 103–106 do PDF): Quadro A-7.
- Idem, p. 2-16 (pág. 65 do PDF): identificação dos relés.
- Idem, p. 2-24 a 2-27 (pág. 73–76 do PDF): terminais A1, A5, A6, A8, A9, B1, C16, D9/D10, D16 do ECM.
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