Valores típicos e Data List
Pela ficha ALDL, o ECM transmite continuamente o que está a ler dos sensores e o que está a comandar. No TECH 1 esta lista chama-se F0: DATA LIST. Um cabo ALDL com software de PC mostra os mesmos parâmetros, às vezes com outros nomes. Esta página explica cada um e indica os valores de um motor em bom estado.
Use estes valores depois de a verificação do circuito de diagnóstico estar concluída e sem códigos memorizados. Compare primeiro a coluna “Ignição ON” (motor parado), que muitas vezes revela logo a avaria, e depois a coluna “Ralenti”. Se tudo estiver dentro dos valores, passe aos quadros de sintomas.
Tabela de valores típicos
Seção intitulada “Tabela de valores típicos”Condições: A/C desligado, motor quente. “Ignição ON” = ignição ligada com o motor parado.
| Parâmetro | Unidade | Ignição ON | Motor ao ralenti |
|---|---|---|---|
| Regime do motor | rpm | 0 | ±50 rpm do ralenti pretendido |
| Ralenti pretendido | rpm | Varia | Comandado pelo ECM; varia com a temperatura |
| Temperatura do líquido de refrigeração | °C | Igual à temperatura real | 85–110 °C |
| Temperatura do ar de admissão | °C | — | Varia com a temperatura exterior e do compartimento do motor |
| Pressão absoluta do coletor (MAP) | kPa / V | 75–105 kPa; 3,5–5,0 V | Depende da pressão atmosférica e da carga |
| Pressão barométrica | kPa | Varia com a altitude | Depende da pressão atmosférica |
| Posição da borboleta | V | 0,35–0,70 | 0,35–0,70 |
| Ângulo da borboleta | % | 0% | 0% |
| Velocidade do veículo | km/h | 0 | 0 |
| Tensão do sistema | V | 11,5–14,0 | 12,0–15,0 |
| Tensão da sonda de oxigénio | mV | Abaixo de 200 | 95 a 950 mV |
| Malha aberta / fechada | — | Aberta | Malha fechada até 5 minutos após o arranque (ver nota) |
| Enriquecimento de potência ativo | Sim/Não | Não | Não |
| Sonda de oxigénio pronta | Sim/Não | Sim | Deve manter-se em Sim após o arranque |
| Escape rico/pobre | Rico/Pobre | Pobre | Varia com a sonda |
| Corte de combustível na desaceleração ativo | Sim/Não | Não | Não |
| Correção memorizada do combustível | −100% a +100% | 0% | Normalmente entre −10% e +10% |
| Célula da correção memorizada | 0–35 | — | 35 |
| Correção em malha fechada | −100% a +100% | 0% | Normalmente entre −20% e +20% em malha fechada |
| Avanço da ignição | 0° a 60° antes do PMS | Não utilizável | Varia |
| Duração do impulso do injetor | ms | 3,9 ou mais | 0,8 a 1,5 |
| Relação ar/combustível | — | Não utilizável | 13,5–14,7 |
| Identificação da calibração | — | Varia | Varia |
| Tempo desde o arranque | h:min:s | Não utilizável | Varia com o tempo |
| Posição da válvula do ar de ralenti | passos | 135 | 5–50 |
| Pedido de A/C | Sim/Não | Não | Conforme o pedido de A/C |
| Relé da embraiagem do compressor do A/C | ON/OFF | OFF | Conforme o estado do compressor |
| Regulação de octano | V; graus | 0,00 V; 0° a −8° | 1,0 a 4,7 V; 0° a −8° |
| Ciclo da purga do canister | 0–100% | 0% | 0% |
| Relé do aquecedor do coletor | ON/OFF | OFF | ON ou OFF, conforme as temperaturas do líquido e do ar |
| Circuito da bomba de combustível | ON/OFF | ON por instantes, depois OFF | ON |
| Ventoinha do radiador | — | Não utilizado | Não utilizado |
Notas à tabela:
- Com o carro parado durante a noite, as temperaturas do líquido e do ar devem coincidir com a temperatura ambiente. Uma diferença de cerca de 5 °C já pode indicar um sensor com problemas: meça-o e compare com a tabela de resistências. Os quadros de sintomas usam um critério mais apertado (2 °C).
- A regulação de octano mostra 0,00 V com o motor parado porque o ECM só lê o potenciómetro com o motor a trabalhar.
- A duração do impulso com a ignição ON (3,9 ms ou mais) é um valor calculado: com o motor parado o injetor não está a ser comandado.
- Alguns parâmetros ON/OFF podem aparecer num estado anormal por um circuito aberto ou um curto à massa, conforme o seu estado normal.
Os parâmetros, um a um
Seção intitulada “Os parâmetros, um a um”Regime do motor
Seção intitulada “Regime do motor”Regime real em rpm, calculado a partir do sinal de referência da cambota. Um salto súbito para um regime alto, com a borboleta parada, sugere interferência elétrica nesse sinal: fios do ECM demasiado perto dos cabos de alta tensão da ignição, ou interrupção do fio 58 (massa de referência da cambota).
Ralenti pretendido
Seção intitulada “Ralenti pretendido”O regime que o ECM está a tentar manter com a borboleta fechada. Varia com a temperatura do motor. Ao ralenti, o regime real deve estar a ±50 rpm deste valor; se o excede em mais de 150 rpm durante mais de 3 s, o ECM regista o código 35.
Temperatura do líquido de refrigeração
Seção intitulada “Temperatura do líquido de refrigeração”Em °C, a partir do sensor no motor. Com o motor frio deve ser igual à temperatura do ar; depois do arranque deve subir de forma contínua até cerca de 85–95 °C e estabilizar quando o termóstato abre. Valores de 130 °C ou mais, ou de −30 °C ou menos, indicam normalmente curto à massa ou circuito aberto (códigos 14 e 15).
Temperatura do ar de admissão
Seção intitulada “Temperatura do ar de admissão”Em °C, a partir do termístor montado no filtro de ar. Frio, igual ao exterior; sobe com o calor do compartimento do motor. Em andamento, com o motor quente e o filtro termostático a funcionar, deve ficar perto da temperatura exterior.
Posição da borboleta (V)
Seção intitulada “Posição da borboleta (V)”A tensão do sensor de posição da borboleta tal como o ECM a lê. Com a borboleta fechada, a gama aceite vai de 0,25 a 1,25 V (a tabela de valores típicos indica 0,35–0,70 V como normal); toda aberta, cerca de 4,5 V. Deve subir de forma suave e sem saltos ao abrir.
Ângulo da borboleta (%)
Seção intitulada “Ângulo da borboleta (%)”Abertura calculada pelo ECM a partir da tensão: 0% fechada, 100% toda aberta. Como o sensor tem ajuste automático do zero, deve mostrar 0% com a borboleta fechada mesmo que a tensão não seja sempre igual.
Pressão absoluta do coletor (MAP)
Seção intitulada “Pressão absoluta do coletor (MAP)”Pressão no coletor de admissão, em kPa e em volts. O sinal pode ir de 0 a 5 V; a gama normal é de cerca de 0,30 a 4,90 V. Com a ignição ON e o motor parado é igual à pressão atmosférica (3,5–5,0 V; 75–105 kPa). Ao ralenti, com o vácuo do motor, desce para cerca de 1 a 2 V (o quadro de terminais indica 0,9–1,5 V) e sobe com a carga. O valor no aparelho só se atualiza depois de o motor pegar, mesmo que a tensão do sensor mude antes.
Pressão barométrica
Seção intitulada “Pressão barométrica”A pressão atmosférica que o ECM calcula a partir do sensor MAP ao ligar a ignição, antes do arranque; pode atualizá-la a baixo regime com a borboleta quase toda aberta. Depende da altitude: cerca de 105 kPa ao nível do mar até 60 kPa a 4300 m. Se não corresponder à altitude do local, suspeite do sensor MAP.
Tensão da sonda de oxigénio
Seção intitulada “Tensão da sonda de oxigénio”Em mV. Com a sonda fria, fica parada perto de 450 mV (é a tensão de referência do ECM). Quando o aquecimento a põe à temperatura, com o motor a trabalhar varia rapidamente entre cerca de 100 e 900 mV (a tabela indica 95–950 mV). Com a ignição ON e o motor parado, desce lentamente para menos de 200 mV (sonda quente, escape cheio de ar). Parada perto de 400–500 mV com o motor quente: sonda fria (aquecimento avariado) ou circuito aberto.
Escape rico/pobre
Seção intitulada “Escape rico/pobre”Como o ECM interpreta, nesse instante, o sinal da sonda: mistura rica ou pobre. Em malha fechada deve alternar continuamente.
Sonda pronta (Sim/Não)
Seção intitulada “Sonda pronta (Sim/Não)”Indica se a sonda atingiu a temperatura de funcionamento e está a dar um sinal utilizável.
Malha aberta / fechada
Seção intitulada “Malha aberta / fechada”OPEN LOOP: o ECM calcula a mistura só com os sensores de pressão, regime, temperatura e borboleta. CLOSED LOOP: corrige continuamente pela sonda de oxigénio. A passagem depende do tempo desde o arranque, da sonda estar pronta e da temperatura do líquido.
Correção em malha fechada
Seção intitulada “Correção em malha fechada”Correção imediata da duração do impulso do injetor com base na sonda (no TECH 1, CLOSED LOOP FUEL ADJUSTMENT). 0% = sem correção; positivo = está a acrescentar combustível (mistura pobre); negativo = está a retirar (mistura rica). A escala vai de −99% a +99%; em funcionamento normal fica entre −20% e +20%. Os limites de calibração são +63% e −54%. Em malha aberta, e durante o enriquecimento de aceleração, o enriquecimento de potência e o corte na desaceleração, mostra 0%.
Teste útil: com o motor bem quente, comande a purga do canister ON e OFF (MISC. TESTS); a correção deve mudar rapidamente quando o canister purga.
Correção memorizada
Seção intitulada “Correção memorizada”A correção de longo prazo, aprendida a partir da correção em malha fechada e guardada por zonas de regime e carga. 0% = sem correção; +1% a +99% acrescenta combustível; −1% a −99% retira. Normal entre −10% e +10%. Os limites são +50% e −38%: valores perto destes limites, com os códigos 44 ou 45, confirmam uma mistura que o ECM já não consegue compensar. Volta toda a 0% quando se desliga a bateria (aprendizagem adaptativa).
Célula da correção memorizada
Seção intitulada “Célula da correção memorizada”Qual das 36 células de memória (0 a 35) o ECM está a usar nesse instante. As células estão organizadas assim:
| Células | Utilização |
|---|---|
| 0–15 | Tabela de regime × carga, com a purga do canister ligada |
| 16–31 | A mesma tabela, com a purga desligada |
| 32 e 33 | Ralenti com a purga ligada (A/C ligado e desligado, respetivamente) |
| 34 e 35 | Ralenti com a purga desligada (A/C ligado e desligado, respetivamente) |
Ao ralenti, com A/C desligado e sem purga, o normal é ver a célula 35. Em cada tabela, a carga (pressão no coletor) cresce de baixo para cima em quatro faixas e o regime da esquerda para a direita em quatro colunas; por exemplo, a 3000 rpm com 60 kPa no coletor o ECM usa a célula 6 ou 22. Percorrer as células a diferentes regimes e cargas mostra se uma mistura rica ou pobre afeta toda a gama (pressão de combustível, por exemplo) ou só uma zona (fuga de vácuo, que pesa mais ao ralenti).
Relação ar/combustível
Seção intitulada “Relação ar/combustível”A relação de mistura que o ECM está a comandar. Ao ralenti, 13,5–14,7.
Enriquecimento de potência ativo (Sim/Não)
Seção intitulada “Enriquecimento de potência ativo (Sim/Não)”“Sim” quando o ECM enriquece a mistura para carga elevada (borboleta muito aberta).
Corte na desaceleração ativo (Sim/Não)
Seção intitulada “Corte na desaceleração ativo (Sim/Não)”“Sim” quando o ECM corta a injeção em desaceleração com a borboleta fechada.
Ciclo da purga do canister
Seção intitulada “Ciclo da purga do canister”Comando por largura de impulso (0–100%) da eletroválvula de purga do canister. Ao ralenti, 0%.
Duração do impulso do injetor
Seção intitulada “Duração do impulso do injetor”Tempo, em milissegundos, durante o qual o ECM mantém o injetor aberto em cada impulso. Mais tempo = mais combustível = mistura mais rica. Ao ralenti, com o motor quente, 0,8 a 1,5 ms.
Avanço da ignição
Seção intitulada “Avanço da ignição”Avanço total aplicado às velas, em graus antes do PMS (escala 0° a 60°). Em modo de assistência em campo fica fixo em 10° abaixo de 2000 rpm.
Regulação de octano
Seção intitulada “Regulação de octano”A tensão do potenciómetro de regulação de octano e o atraso de ignição correspondente (0° a −8°). Com o motor a trabalhar, 1,0 a 4,7 V. Com gasolina de octanagem elevada e o potenciómetro na posição de fábrica, o atraso deve ser 0°.
Posição da válvula do ar de ralenti (0–255)
Seção intitulada “Posição da válvula do ar de ralenti (0–255)”A posição que o ECM comanda à válvula do ar de ralenti, em passos. Mais passos = passagem de ar mais aberta = ralenti mais alto. Com a ignição ON (motor parado) aparece 135. Depois do arranque o número deve descer à medida que o motor aquece. Ao ralenti, motor quente, ponto morto e A/C desligado: 5 a 50 passos. Qualquer carga extra ao ralenti faz subir o número. É o comando, não a posição real confirmada. Perto de 0 com ralenti alto sugere fuga de vácuo; acima de 60–80 com ralenti baixo sugere mistura rica ou outra causa externa à válvula (código 35).
Velocidade do veículo
Seção intitulada “Velocidade do veículo”Em km/h, a partir do sensor de velocidade. Deve acompanhar o velocímetro acima de cerca de 3 km/h. Se mostrar 0 com o carro em andamento, acaba por surgir o código 24. Também serve para verificar a precisão do velocímetro.
Ventoinha do radiador
Seção intitulada “Ventoinha do radiador”No Niva aparece “NOT USED”: a ventoinha não é comandada pelo ECM.
Relé do aquecedor do coletor (ON/OFF)
Seção intitulada “Relé do aquecedor do coletor (ON/OFF)”Comando do ECM ao relé do aquecedor elétrico do coletor de admissão. Liga com o motor frio e desliga quando o motor aquece. Com o motor bem quente deve estar OFF. Teste: ao comandar ON/OFF nos testes de saídas, a tensão do sistema deve descer ligeiramente com o aquecedor ligado (consome muita corrente).
Tensão do sistema
Seção intitulada “Tensão do sistema”Tensão da bateria lida pelo ECM no terminal A6 (alimentação comutada pela ignição). Ignição ON: 11,5–14,0 V; ralenti: 12,0–15,0 V. Acima de 16,9 V o ECM regista o código 53.
Pedido de A/C (Sim/Não)
Seção intitulada “Pedido de A/C (Sim/Não)”“YES” quando chegam 12 V ao terminal B8, vindos dos interruptores do A/C. Antes do ECM, o sinal passa pelo pressóstato de alta pressão e pelo interruptor de funcionamento cíclico: se algum estiver aberto, aparece “NO” mesmo com o botão do A/C ligado.
Embraiagem do A/C (ON/OFF)
Seção intitulada “Embraiagem do A/C (ON/OFF)”O comando do ECM ao relé do compressor. “ON” não prova que o compressor esteja a trabalhar.
Circuito da bomba de combustível (ON/OFF)
Seção intitulada “Circuito da bomba de combustível (ON/OFF)”Indica se o circuito da bomba está a ser alimentado. Com a ignição ON, ON durante cerca de 2 s e depois OFF; com o motor a trabalhar, ON.
Identificação da calibração
Seção intitulada “Identificação da calibração”O calibrador (PROM) no ECM contém os dados específicos do carro (peso, motor, transmissão, relação do diferencial, etc.). A identificação serve para confirmar que o calibrador instalado é o certo para o veículo. Também é útil para escolher a definição de dados certa num software de PC.
Tempo desde o arranque
Seção intitulada “Tempo desde o arranque”Há quanto tempo o motor está a trabalhar. Volta a 0:00:00 se o motor parar.
Tensões nos terminais do ECM
Seção intitulada “Tensões nos terminais do ECM”Para quem não tem aparelho de diagnóstico, estas tensões medem-se com um multímetro digital (10 MΩ) pelas costas das fichas, com a ponta negativa numa massa limpa. Condições: motor à temperatura normal (coluna “Ralenti”), terminal de teste sem ponte, aparelho desligado da ficha ALDL, A/C desligado. Os valores podem variar com o estado da bateria.
Legenda: B+ = tensão da bateria; ≈0 = menos de 0,50 V; 0 = menos de 0,10 V.
| Terminal | Circuito | Ignição ON | Ralenti |
|---|---|---|---|
| A1 | Comando do relé da bomba | B+ nos primeiros 2 s, depois 0 | B+ |
| A3 | Comando da purga do canister (PWM) | B+ | Varia entre B+ e menos de 1 V (ver nota) |
| A5 | Comando da luz CHECK ENGINE | ≈0 (luz acesa) | B+ (luz apagada) |
| A6 | Sinal da ignição | B+ | B+ |
| A8 | Dados em série | 2–5 V, variável | 2–5 V, variável |
| A9 | Terminal de teste de diagnóstico | 5 V | 5 V |
| A10 | Sinal de velocidade | Parado: < 1 V ou > 10 V, conforme a posição das rodas | Varia com a velocidade |
| A11 | Massa dos sensores de temperatura do líquido e borboleta | 0 | 0 |
| A12 | Massa do ECM | 0 | 0 |
| B1 | Bateria + (alimentação permanente) | B+ | B+ |
| B3 | Massa de referência da cambota | 0 | 0 |
| B5 | Referência da cambota | ≈0 | Sobe com o regime (cerca de 1 V ao ralenti) |
| B8 | Pedido de A/C | ≈0 | A/C OFF: ≈0; A/C ON: B+ |
| B12 | Regulação de octano | 1–5 V (conforme a regulação) | 1–5 V |
| C2 | Comando do relé do aquecedor do coletor | B+ com o motor quente; < 0,5 V com o motor frio | B+ (motor quente) |
| C3–C6 | Bobinas da válvula do ar de ralenti | Não utilizável | Não utilizável |
| C10 | Temperatura do líquido | 1–2 V (motor quente) | 1–2 V |
| C11 | Pressão do coletor (MAP) | 3,5–5,0 V | 0,9–1,5 V |
| C12 | Temperatura do ar | Varia com a temperatura (1,3 V na tabela de sintomas) | Idem |
| C13 | Posição da borboleta | 0,3–0,7 V | 0,3–0,7 V |
| C14 | Referência de +5 V | 5 V | 5 V |
| C16 | Bateria + (alimentação permanente) | B+ | B+ |
| D1 | Massa do ECM | 0 | 0 |
| D2 | Massa do octano, MAP e temperatura do ar | 0 | 0 |
| D4 | Saída do avanço eletrónico (EST) | ≈0 | 1,2 V |
| D5 | Comando do modo bypass | 0 | 4,6 V |
| D6 | Massa da sonda de oxigénio | 0 | ≈0 |
| D7 | Sinal da sonda de oxigénio | Cerca de 0,45 V a descer para 0,1–0,2 V | Varia (0,1–0,9 V) |
| D9, D10 | Ponte do limitador de corrente do injetor | 0 | 0 |
| D12 | Comando do relé do compressor A/C | ≈0 | A/C OFF: B+; A/C ON: ≈0 |
| D16 | Comando do injetor | B+ | B+ (ligeiramente abaixo com mais regime) |
Os terminais A2, A4, A7, B2, B4, B6, B7, B9–B11, C1, C7–C9, C15, D3, D8, D11 e D13–D15 não têm ligação.
As figuras das fichas (vista traseira, com a posição de A1, B1, C1 e D1) estão nas pp. 2-22 e 2-23 do manual (pág. 71–72 do PDF).
- Manual de Oficina — Injeção Monoponto Niva (VAZ, 1995), p. 2-10 a 2-13 (pág. 59–62 do PDF): parâmetros F0: Data List do TECH 1.
- Idem, p. 2-8 a 2-9 (pág. 57–58 do PDF): testes de saídas e limitações do TECH 1.
- Idem, p. 2-32 a 2-34 (pág. 81–83 do PDF): valores típicos dos dados do TECH 1.
- Idem, p. 2-22 a 2-27 (pág. 71–76 do PDF): identificação e tensões dos terminais do ECM.
- Idem, p. 2-115 a 2-118 (pág. 164–167 do PDF): quadros de sintomas dos terminais do ECM, notas D05 e D06.
- Idem, p. 1-31 a 1-34 (pág. 36–39 do PDF): correção em malha fechada, correção memorizada e células.
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